A menina esperou horas pra conseguir interagir com o espaço sideral. Como ainda sonhava acordada, não ligou muito. Mas acordou suada de um suor oculto pq de todo aquele susto, tinha algo que não pensava. Que a coisa que mais pesava não era a sorte de ter sio desenhada, mas a a sina triste de não ter sido amada. A menina sou eu e eu estou desarmada. Não de armas letais, mas de letras pronunciadas por mim, nesse eterno céu, nessa luta crente de atravessar a tela, de pegar o programador na mão e ensinar a não tirar mais os meus pelos da vida real. e ponto final.
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