Mesmo nao tendo a receita anterior uso tentar alguns palpites da gastrologia. Chocolates mesmo. Desses que se nao derretem viram árvores de beija flor. Espécie útil para o contrôle da imagmária ecologia, sempre esqueço. Tendo entao alguns seriam apenas vestes, mantendo apenas a mao e o pescoço dentro da janela, aquela da alma. Tento entender entao a receita do manjericao na panela. Planta pronta para ser nao menos que paladar. Fonte nêspera de solidao escondida no interno. Pra trazer de novo quem sabe alguma sorte daquelas de onde eu venho, mesmo lugar que também. Vantagem conta muito como tentativa encontrada de comer. Aquilo que receita pensa mais uma vez abacates. Salada e cremito. Sanduiche inevitável de mensagem digna cuidado com a gordura. Poesia mesmo traz na cintura aquilo que além do mais recebe de novo presente agora mesmo. Escrever sim é maneira preventiva de futuras colisoes mentais. Protótipo adequado de serena esquerda juventude à direita por favor, paramos aqui. E saimos sempre que acaba a reserva de lá fora. Experiencia vencida é toda hora mesmo naquelas vacas. Entende dia sim noite inteira é aquilo mesmo que eu queria passar por aqui com fortável mente. Magia esse livro de receita alguma foi dita até por causa da cenoura que nao disse ser cebola por que casca dupla é só laranja prefiro suco. Contagem exata daquele sábado noite dentro do meu dedao. Do pé. Quem sabe aceite para óleo fritar palavra de rolinho de poemas por favor mais um. Queria saber escrever quem sabe poder apagar ainda agora quem leu demais e se afogou. Água mágua lava a alma com as estrelas e os pernilongos. Comida sim pelo mais comida. Seria incrivel pôr naquele pôr do sol maior empenho na hora da virada. Sabe mais ainda comentar comigo quem foi que disse que te ouviu no silêncio. Escuro também. Trazia no colo aquele saquinho de pano enrrugado que pózinho chorava por aíplimplim. Ajudava muita gente cada mar de caldo verde biodinâmico astral que tinha. Tinha pra tudo que via. Tudo que cheirava tudo que bebi. Tudo que gastava. Gostava de livros que continham aquela terra cor de anjo que divina falou. Sabia naquele momento nome pra espécie mágica de amor. Nas notas musicais temperou e disse: sal. E com as pontas dos dedos tocou a melodia do feijao com arroz. Prato completo de pintura naquela cozinha de azuleijo azul. Pensando bem amarelo. Naquela cozinha tem fogo também. E fogo de receita é momento todo de criacao verdadeira sinseramente química orgânica. Resultado brilhante de alimento viva a flor. E sede que se teve por minuto consegue compor até as melhores comidas musicais. Paladar só mesmo de poemas peristálicos. Sabia que estava aqui.
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